Top 10 séries toscas que eu não perdia/perco (as in vi TODOS os episódios):

4 04America/Sao_Paulo abril 04America/Sao_Paulo 2010 at 11:04 pm (Uncategorized)

Só tem rascunho não terminado nessa desgraça desse blog. O último é de 16 de dezembro. Decidi publicar sem terminar, sem as coisas que pensei em escrever depois, sem adicionar outras séries das quais só lembrei depois, sem os links, sem reler, sem editar, sem tags. Aí aprendo a fazer posts menores e mais simples com mais freqüência (com trema e tudo) em vez de verdadeiras novelas que ficam nos rascunhos pra sempre.

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Outro dia (tá, faz tempo) saiu essa lista e o blog Legendado comentou. E eu fiquei assustada com o fato de que vejo/via muitas delas. A lot. Aí resolvi comentá-las e fazer um top 10. Mas como só cheguei em 7, coloquei umas que não tavam na lista e não acho ruins, mas que por algum motivo tenho certa vergonha de dizer o quanto eu amo/amava.

9) Veronica Mars

Mano do céu, como me doi colocar essa série aqui. Pq assim, eu amo. Mas assim, era da Warner/CW. E assim, era série adolescente. E assim, é meio hard to believe. Mas eu amo Veronica. Amo, amo. Por isso ela tá no fim da lista.

Pq ela é a teenage detective (claro, super normal), ela engana o FBI pra ajudar um cara a fugir do país, ela planta bugs nos lugares e dá tudo certo pra ela… deve ser pq, apesar de td, ela é uma adolescente normal de séries, afinal, ama dois caras ao mesmo tempo (igual Felicity, Joey, Rory…)

Fico pensando o que aconteceria se Veronica fosse mais realista. A série seria cancelada depois de 4 episódios pq a  personagem principal amanheceu cheia de formiga na boca.

8 ) A Feiticeira

Xodó da infância da mamãe. Quando os DVDs começaram a sair ela quase chorou. Passei os últimos anos sem crises de “o que dar de presente pra mamãe”, sempre aparecia um box novo (teve uma vez que nao apareceu e dei um relógio de parede da Samantha). E é tradição, toda vez que compramos, passamos alguns domingos à noite fazendo maratona da temporada. Estamos quase no fim…

A história fofa acima é real, mas tá aqui pra justficar eu ter visto tanto de uma série que… né… o nosso maior divertimento é achar erros nos efeitos visuais… cordinhas que aparecem, gente do crew que vaza na imagem… e quando nao tem nada disso, arrumamos sinônimos pra “porco chauvista” e xingamos aquele marido (James, Darrin, Derwood, Darwin, Dick York, Dick Sargent) que quer que ela se mate de lavar chão o dia todo em vez de usar feitiçaria.

7) Tell me you love me

Aí complica de falar. Seguinte: a gente tende a achar bom pq tava na HBO. E não achei ruim como todo mundo falou. Mas assim. Eu acho que só vi os 10 episódios porque achava que no episódio seguinte eu ia conseguir entender qual era a da série. Não achava as cenas de sexo tão de graça como falavam, já vi muito pior. Mas as personagens me davam um pouco nos nervos… de gente emocionalmente burra daquele jeito já basta eu!

6) Six Degrees

Funny story. Fiquei sabendo dessa série quando uma amiga estava morando em NY e acompanhou uma gravação dela. Fiquei curiosa e baixei todos os episódios. Todos eles. Os 8 que a série durou antes de ser cancelada. Foi uma surpresa boa, passei uma noite e uma madrugada deliciosas com aqueles personagens que sério, se não fossem evaporados pelo cancelamento da série, não teriam pra onde ir. Mas em apaixonei pela estudante meio maluca, o fotógrafo em crise de meia idade (não, não lembro nenhum nome mais), a babá certinha com uma veia meio maluca e as duas middle-aged women que sério, eram o que me dava fé de que a série seria descancelada em algum momento, AMAVA as duas!

5) Desperate Housewives

Eu sei, polêmico, eu sei. Muito polêmico. Eu prezo muito meus 40 minutos semanais de DH, não abro mão da minha novelinha. Mas assim, fala a verdade, alguém ainda se surpreende com a série? As temporadas todas têm a mesma estrutura (exceto pelo pulo no tempo, claro), os diálogos e as reações são previsíveis e a hipocrisia suburbana dos EUA já era um tema batido muito antes de DH e Weeds, sorry.

Alô, criadores, se for pra falar de interior, faça como a Amy! O que nos leva ao triste Nº 4…

4) The Return of Jezebel James

Ah, Amy, Amy, Amy Sherman. Tinha Parker Posey, tinha Lauren Ambrose, tinha o Henry de We Need Girlfriends… tinha você, Amy Sherman. E durou 3 episódios… assim fica fácil ter visto tudinho da série… e eu que tava tão esperando por isso… e sabe, não achei assim tãããão ruim. Só tava num horário ruim, sério, quem coloca série inédita na sexta-feira?!

Bom, agora Amy está na HBO, vamos ver o que sai de lá.

3) The Riches

Era muito irresistível. O Mitchum Huntzberger texano, os ciganos, a falsa identidade, a riqueza pré-construída dos condomínios. Era tanta coisa ruim junto que era quase um abraço na alma de bom.

2) Dirt

Eu sei, a Courtney Cox é ruim. Eu sei, os episódio dramáticos eram a maior comédia. Eu sei, aquela doença mental do amigo dela não convencia ninguém. Eu sei, jornalista ambiciosa sem limites só funcionou em Dexter e é a segunda profissão mais antiga do mundo (e as vezes ela tem muito a ver com a primeira profissão mais antiga do mundo). Mas eu vi todinhos, e nem baixava, era meu ritual de 1h da manhã aos domingos! Guilty pleasure delicioso pra uma pessoa saindo da faculdade de jornalismo, meu último ano de faculdade não teria sido a mesma coisa sem Lucy Spiller.

1) Burn Notice

ó, esse negócio de colocar em ordem deu o maior trabalho, fiquei um tempão em dúvida. Mas Burn Notice ficou em primeiro porque sério… é muito ruim, mas é muito bom. Pensa, é uma série completamente não-realista, mas que convence, de algum jeito. É uma série de homem bobo, tipo High Tide (lembra?!), que me foi recomendada pela primeira vez por um homem bobo que achava o máximo os truques bobos que ele ensina (pq claro, é tão fácil assim montar uma bomba caseira…).

Mas pq eu nao consigo parar de ver? É tanto estereótipo… oh, boy. A trigger-happy ex-girlfriend vai sempre procurar a saída mais esquentadinha. O Sam se mete em confusão pq foi atrás de alguma mulher.

E o Michael, claro, vai ser bom moço e recusar o dinheiro dos clientes (e ainda assim continuar pagando as contas e comprando iogurte). Até a mãe dele é cópia… tipo, ela é uma mãe zelosa e superprotetora, meio esquisita, com um filho chamado Michael. Ring any bells?

E essa série bateu recorde na TV americana a cabo no midseason! Qual o nosso problema, gente, por que a gente assiste?!

1 Comentário

  1. D disse,

    Ahhhhhhhhh agora entendi… e qual seria sua lista top ten sem vergonha? rs

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