Saudade de tomar uma cerveja no McLaren’s com o Ted, a Lilly, o Marshall, a Robin e o Barney;
Saudade de sub-poena todo mundo com a Ellen Parsons;
Saudade de explorar a ilha com Jack, Kate e cia;
Saudade de desvendar casos com a Veronica (tá, aí não tem jeito);
Saudade de jogar pôquer com a Bree, a Lynette, a Susan e a Gabrielle;
Saudade de pegar os médicos do Seattle Grace se agarrando no on-call room;
Saudade de comandar a NBS com a Jordan McDeere (tá, eu sei, tb não tem jeito);
Saudade de riscar os ítens daquele papel amarelo com o Earl;
Saudade de ver acidentes de helicoptero em Chicago (a série já acabou, teve George Clooney, Alexis Bledel e eu AINDA NÃO VI, tsc tsc);
Saudade de divagar com o J.D. (amanhã é minha última chance!);
Saudade de bater um papo com o Alan e ver quem é mais loser quando se trata de relacionamento;
Saudade de ver que não sou tão loser assim ao me comparar ao Leonard e ao Sheldon. Ditto para a Old Christine;
Saudade até de salvar o mundo com o coxinha do Peter Petrelli.
Saudade de passar aperto coletando as almas com o Sam (tenho pouco tempo neste caso tb!)
Saudade de passar vontade quando entro no Pie Hole;
Saudade de sugar gordura das peruas de Miami com o Sean e o Christian (pq eu parei na época de Miami e nunca mais voltei);
Saudade de ter inveja da Dra Addison, apesar de tudo;
Só de Stars Hollow e do Dr Paul que não tenho saudade, desses nem minha nova so-called life (ha! saudade!) conseguiu me afastar.
(nossa, é meu segundo post meio emo. Mas para que conste, minha nova so-called life é beeeem mais legal que a anterior, eu só queria que pudesse ter as duas ao mesmo tempo! Só na TV que seria possível.)
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Daí que hoje é terça e eu ainda não vi ”Finding Freebo”, o episódio de Dexter que foi ao ar no domingo. Por que? Longa história mas, pra resumir, tive que mudar meu PC de lugar durante o fim de semana, ele foi pra um escritório que fica meio afastado da casa. No que montei tudo lá (e olha que deu trabalho!), desconfio de que tem um rato nas redondezas. Um dia depois minha suspeita foi confirmada. E o PC lá embaixo. Aí eu dei aquela parte da casa pro rato e fiquei com o lado de dentro dela. E ficou combinado que eu não vou na área dele contanto que ele não venha na minha. Não usava tanto o quintal mesmo… o problema é que o computador ficou preso e eu não vou lá buscar enquanto o rato não for embora. Enquanto isso, não tem HIMYM, DH, D., GA, tBBT, TaaHM, tNAoOC, tSDoaCL, MNiE, ER (esse é fácil), H. c/ Mohinder seminu, tO, C., PP nem nada. A não ser que o rato peça resgate… dou toda a comida da geladeira se ele devolver o computador.
Vou ter que voltar a ver séries na TV… e ler as reviews que o rato fizer no blog dele, tenho certeza que vai mandar melhor que eu.
Antes tinha o rato de biblioteca, com a era digital foi criado o rato de internet. E esse de lá de casa vai se especializar em blog sobre séries e virar bff do Paul Torrent.
PS: ah, tem também o inconveniente de não poder fazer o TCC, mas isso é sussa, eu não faço mesmo. E outra, passar 12 horas offline é cada vez mais tenso, dá até vontade de nunca mais ir embora do trabalho pra não fica longe da www.
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E o mundo deu tantas voltas lá em Wisteria Lane que o tempo passou 5 vezes mais rápido… mas eu preciso, tipo, trabalhar alguma coisa que seja. Então desencana de comentar que o episódio foi dentro do esperado, com reviravoltas previsíveis, mas entertaining e bem escritinho. E que se a Eva Longoria-Parker “ficou feia”, eu quero ser feia igual a ela. E que o formato de mistério da série, desta vez, não pareceu tão batido e enjoativo como no começo duas temporadas anteriores (fiquei até curiosa).
(Stella, foco!)
Enfim, só vou fazer uma enquete: o que é mais legal?
Ver Brian-I-Don’t-Do-Relashionships-Kinney virar Jackson-I-Wanna-Be_Your-Boyfriend-the paintor em Desperate Housewives.
Ou:
Ver Brian-grande-ícone-gay-dos-anos-90-Kinney virar Shane-o-nazista-com-suástica-tatuada em Grey’s Anatomy, no ano passado?
Estou aprendendo a deixar de ser uma cruza sem edição de personagem do Richard Linklater com personagem do Paul Thomas Anderson - que fica falando MUITO e só pra mim mesma - então explico, kinda:
http://www.imdb.com/name/nm0363736/
http://www.imdb.com/title/tt1002889/
http://www.imdb.com/title/tt0262985/
Para entender mais, só vendo o 5×01 de DH (porque não acho a cena que queria postar aqui).
E não adianta vir me dizer que é tudo de mentirinha, que o Gale Harold é um ator sendo pago para interpretar diversos papéis blá blá blá. Eu sou igual avó que bate em vilão da novela das oito quando encontra na rua.
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Sem muito tempo, vamos lá.
Primeiro de tudo:
60º Emmy = zzzzzzzzzzzzzzzzzzz. Foi o mais previsível que me lembro de ter visto. Fora que o Emmy tem dado trela demais para realities (o que também = zzzzzz, na minha opinião). Mas devo admitir que uma das poucas piadas boas da noite foi a apresentação do prêmio de melhor host de reality show. Ah, a diferenciação de comédia e drama também foi ótima!)
Heroes: 3×01 e 3×02 = falaram tão mal que rolou uma preguiça de assistir… só fui ver hoje, sábado, quase uma semana depois de ir ao ar. De fato, como um amigo resumiu no twitter, eles escrevem Heroes com a bunda (pode falar bunda no wordpress?). Mas não sei se é porque tava esperando o PIOR, algo como uma mistura daquela série The Tick com Jericho, não sofri tanto com a experiência, all in all. Claro que ainda me pergunto porque raios eu assisto aquela coisa… mas não consigo desistir, preciso saber como raios a Claire vai virar a Lara Croft no futuro (aquela primeira cena me fez ficar com vontade de desistir de ver o resto), o Jess Mariano conseguindo aquela cicatriz (ou será que essa parte eles já mostraram…? Menino, eu não tô é entendendo mais nada dessa série, viu). E, o mais importante de tudo, enquanto não sai o tal filme de Veronica Mars, isso é o mais perto que vou chegar de ver V em ação ao lado de Weevil again! OMG, que surpresa. Tipo assim, só eu não sabia?! Comecei a surtar aqui! Francis Capra em Heroes! Quando me deparei com Weevil tentando ajudar Veronica, comecei a achar que também adquiri poderes depois de ver 80 minutos do nossos X-Men televisivos e voltei pro passado. Entrei no túnel do tempo diretamente pra CW de 2006, na época em que a alta sociedade de Nova York era irrelevante pra Kristen Bell e o que importava mesmo era fazer justiça em Neptune! Enfim, aposto que foi very cool pra todos os fãs de VM, apesar de muito rápido.
Agora, uma confissão… a cena do Mohinder sem camisa e subindo pelas paredes - literalmente! - valeu os outros 78 minutos pensando “WTF”! Como diria a Sra. SeMata, mebabei toda. Claro que depois que a pele dele começa a derreter não é tão bacana assim… Tá, foi mal, não me xinguem pelo momento Samantha Jones. Pronto, passou.
(Misturei Gilmore Girls, Gossip girl, Veronica Mars, Sex and the City, Tomb Raider, Jericho e The Tck, sendo que minha idéia era fazer um resumo rápido do que achei dos dois primeiros episódios de Heroes. Eu não consigo entender como minha mente funciona.)
How I Met Your Mother = como me alonguei demais no Heroes, vou ser rápida e usar a expressão do novo (ou ex-novo) Barney Stinson no episódio: achei DE… wait for it… LIGHTFUL! Tava com uma saudade deles que parece que revi amigos de longa data. Ainda mais que no dia anterior eu vi Forgetting Sarah Marshall e tava precisando ver o Marshall sem ser num shot de nu frontal. (duh, agora que me toquei que rolou essa homenagem com o nome Marshall.)
Two and a Half Men = foi fraquinho. But then again, eu acho a série toda fraquinha, eu só vejo pq eu sou doente. Mas episódio me irritou, pq além de fraquinho, eles copiaram toda a história do Ross e do Joey com a camisinha em Friends quando a Rachel descobre que está grávida. Eu ia copiar os diálogos gêmeos aqui, mas se abro dois sites ao mesmo tempo meu PC trava. E é bom que aí não spoilerizo mais ainda.
Old Christine e Big Bang Theory = foi fraquinho. But then again, eu acho a série toda fraquinha, eu só vejo pq eu sou doente. Ops, já falei isso. Foi divertido, a Christine e a Barb se casando and making a mockery out of gay marriage foi diferente do que eu esperaria, saiu das piadas que a gente sempre espera da série. BBT foi tão irrelevante que não consigo pensar em nada de especial pra dizer. Mesmo porque uma semana e 15 15 episódios das mais varias séries (sim, eu contei) depois já estou misturando uma 20-minute-predictable-comedy-storyline com a outra).
Outras notícias da semana = Sarah Michelle Guellar vai voltar pra tv. Olha só, quem diria. A carreira dela no cinema tava indo tão bem.
Já George Clooney se recusa a participar da última temporada de E.R. Eu no lugar dele também não voltaria. Não pra renegar minhas raízes televisivas e continuar ganhando milhões no cinema, pegando mulheres maravilhosas na Itália, pegando o casal Jolie-Pitt, blá blá blá. Mas porque se ele voltasse, provavelmente os roteiristas iam aproveitar pra também matar o Doutor Doug Ross numa explosão ou com alguma coisa relacionada a um helicóptero. Ele foi um dos poucos que escapou dessa que é a maior causa de morte de médicos na cidade de Chicago, segundo E.R.: explosão ou algo ligado a um helicóptero. WTF (ops, spoilerzei um pouco).
Do Not Disturb = foi cancelado depois de 3 episódios. Eu não sei se isso é bom ou ruim, porque estou cumprindo minha promessa de não começar nenhuma série nova até me formar, no fim do ano. Mas fiquei feliz porque não foi só a série da Amy Sherman-Palladino, The Return of Jezebel James, que passou por essa humilhação este ano.
Ops. Acabei nem sendo rápida, nem escrevendo alguma coisa séria. Preciso correr, um dia eu vou me dedicar direito a esse blog e escrever resenhas que possam ser chamadas de resenhas (eu já falei isso antes, né? Droga.) Grey’s Anatomy, E.R., de que já falei um pouquinho, My Name is Earl etc ficam pra outro dia.
PS: Stella tentando ser breve e escrever em formato de ping pong = + de 900 palavras e + de 30 tags = MAJOR FAIL.
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Na frente do PC:
eu: eu vou ver uma coisa aqui… promete que não ri?
irmã: prometo tentar…
eu: vc já leu meu blog?
irmã: li faz tempo… ah, já sei, é aquele lá… o da…
eu: adolescente embuchada?
irmã: isso!
(teve mais graça na hora, tá?!)
No hospital:
mãe: chama lá no enfermeiro.
eu: aquele que parece o Jess [Mariano]?
mãe: não, pode ser aquele que parece o Ephron
Saindo do metrô:
eu: vc reparou que aquele cara do nosso lado parece o…
(ao mesmo tempo) amiga: McDreamy! / eu: Kyle Chander!
eu: alguém aqui tá mal de fisionomia…
Às vezes eu acho que todos nós deveríamos desligar a TV e ler um livro.
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