Dr Paul, que saudade!
Finalmente vi a primeira semana da segunda temporada de In Treatment. Estava apreensiva, certa que eles tinham destruído a série de uma temporada para a outra, mas eu adorei os personagens novos. Só tivemos uma sessão com a nossa mais nova amiga April e já estou preocupada com ela, seu linfoma tirou mais meu sono do que o de Dilma Roussef (nossa, que horror).
Quanto ao Oliver, tenho um palpite, mas não vou me arriscar ainda… e a Mia, ai ai… já fiquei sabendo de um spoiler que achei meio blé, mas o que importa é que achei boa a ideia de quebrar a rotina com um appointment semanal diferente.
Gente, e o pai do Fraser pagando de milionário, hihihi?!
E, claro, temos nossa querida Gina de volta! Agora atendendo oficialmente Dr Paul, sem fingir que se trata de uma supervisão.
A sensação que tinha a cada novo episódio é que estava prestes a conhecer a mais nova personagem que vai fazer parte da minha vida, um novo amigo, chefe, inimigo, que seja, mas certamente alguém importante, que faz diferença. Welcome, y’all!
Now, that’s what I call writing, ouviu, Jenny?! Watch and learn.
Jenny – a chata a todo vapor
E não é que na quarta temporada ela me tira mais ainda do sério. Mas tudo bem, The L Word é meu Everst, então, bora pra quinta temporada. Já me avisaram que ela se supera mais ainda, como se fosse possível (tá, se ela dirige o próprio filme é BEM possível), mas não vou desistir até vê-la mortinha no fundo da piscina!
Mala, chata, arrogante, metida, insuportável dos infernos. Nojenta, sem talento e se acha! Que saco, ALGUÉM AVISA?!
Ah, não posso deixar de comentar… a proporção de chatice dela cresce absurdamente, mas a Cybill ajuda a superar. A gente xinga nas cenas da Jenny mas se diverte com a Cyb!
I just called to say I hate you
Geeeente, tinha até esquecido minha senha, que horror. Mas enfim…
só estou passando por aqui para dizer que em toda a história da televisão não existe personagem mais chata do que Jenny Schecter. Em todos os sentidos possíveis. Juro, nunca na minha vida ninguém me irritou tato, nem gente real nem fictícia. É isso, tenho dito.
Bjos