Parenthood 2

7 de abril de 2010 at 2:18 am (Uncategorized)

Algumas pessoas costumam ler um livro antes de dormir. Eu leio o twitter do @nerdloser (e aí venho fazer mini posts sobre coisas idiotas e que don’t really matter)

Digo isso para comentar que ele observou uma coisa que passou totalmente over my head, não acredito que não percebi. Como ele bem comentou no twitter, a cena do Peter Krause correndo logo no piloto de Parenthood é MUITO cópia referência ao Peter Krause correndo em Six Feet Under. Sério, por que?

Isso pelo menos me dá esperança de que aquela mulher chata dele vai morrer misteriosamente e de que a Brenda vai aparecer em Parenhood a qualquer momento. Aaaaaah, que saudade da Brenda!

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Parenthood

4 de abril de 2010 at 11:16 pm (Uncategorized) (, , )

Eu só publiquei o post anterior que estava nos rascunhos há séculos porque entrei aqui pra falar de outra série que está me dando nos nervos.

Eu amava o Peter Krause em “A Sete Palmos” como o cara mais equilibrado da família Fisher e amava a Lauren Graham como mãe solteira em Gilmore girls, mas sério?! Parenthood com Lauren Graham fazendo a mãe solteira que dá em cima do professor de inglês da filha foi demais para mim.

Tá, Parenthood é um remake e eu não me dei ao trabalho de pesquisar se na original a coisa do professor de inglês da filha já existia, mas essa Lorelai paraguaia tá tensa de engolir. Porque, né, Lorelai só tem uma e Max Medina só tem um.

De vez em quando fecho os olhos e finjo que aquela seria a Lorelai que nasceu numa família pobre, ou a Lorelai que de fato se casou com o Cristopher. Mas quando você precisa fingir uma coisa dessas pra gostar de uma série é porque seu relacionamento com ela não vai muito bem (espero que a analogia ver séries/relacionamento wasn’t lost on you, dear reader)

É tipo o Nate e a Lorelai fazendo Brothers & Sisters, como bem apontou meu amigo @gilmoreguy. Não desce. Mas, claro, isso não quer dizer que eu não vou continuar assistindo e até gostando de uma coisa ou outra. Afinal, eu sou eu e eu não tenho vida, então I live vicariously through stupid TV characters. Só quer dizer que vou continuar reclamando como a chata que sou.

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Top 10 séries toscas que eu não perdia/perco (as in vi TODOS os episódios):

4 de abril de 2010 at 11:04 pm (Uncategorized)

Só tem rascunho não terminado nessa desgraça desse blog. O último é de 16 de dezembro. Decidi publicar sem terminar, sem as coisas que pensei em escrever depois, sem adicionar outras séries das quais só lembrei depois, sem os links, sem reler, sem editar, sem tags. Aí aprendo a fazer posts menores e mais simples com mais freqüência (com trema e tudo) em vez de verdadeiras novelas que ficam nos rascunhos pra sempre.

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Outro dia (tá, faz tempo) saiu essa lista e o blog Legendado comentou. E eu fiquei assustada com o fato de que vejo/via muitas delas. A lot. Aí resolvi comentá-las e fazer um top 10. Mas como só cheguei em 7, coloquei umas que não tavam na lista e não acho ruins, mas que por algum motivo tenho certa vergonha de dizer o quanto eu amo/amava.

9) Veronica Mars

Mano do céu, como me doi colocar essa série aqui. Pq assim, eu amo. Mas assim, era da Warner/CW. E assim, era série adolescente. E assim, é meio hard to believe. Mas eu amo Veronica. Amo, amo. Por isso ela tá no fim da lista.

Pq ela é a teenage detective (claro, super normal), ela engana o FBI pra ajudar um cara a fugir do país, ela planta bugs nos lugares e dá tudo certo pra ela… deve ser pq, apesar de td, ela é uma adolescente normal de séries, afinal, ama dois caras ao mesmo tempo (igual Felicity, Joey, Rory…)

Fico pensando o que aconteceria se Veronica fosse mais realista. A série seria cancelada depois de 4 episódios pq a  personagem principal amanheceu cheia de formiga na boca.

8 ) A Feiticeira

Xodó da infância da mamãe. Quando os DVDs começaram a sair ela quase chorou. Passei os últimos anos sem crises de “o que dar de presente pra mamãe”, sempre aparecia um box novo (teve uma vez que nao apareceu e dei um relógio de parede da Samantha). E é tradição, toda vez que compramos, passamos alguns domingos à noite fazendo maratona da temporada. Estamos quase no fim…

A história fofa acima é real, mas tá aqui pra justficar eu ter visto tanto de uma série que… né… o nosso maior divertimento é achar erros nos efeitos visuais… cordinhas que aparecem, gente do crew que vaza na imagem… e quando nao tem nada disso, arrumamos sinônimos pra “porco chauvista” e xingamos aquele marido (James, Darrin, Derwood, Darwin, Dick York, Dick Sargent) que quer que ela se mate de lavar chão o dia todo em vez de usar feitiçaria.

7) Tell me you love me

Aí complica de falar. Seguinte: a gente tende a achar bom pq tava na HBO. E não achei ruim como todo mundo falou. Mas assim. Eu acho que só vi os 10 episódios porque achava que no episódio seguinte eu ia conseguir entender qual era a da série. Não achava as cenas de sexo tão de graça como falavam, já vi muito pior. Mas as personagens me davam um pouco nos nervos… de gente emocionalmente burra daquele jeito já basta eu!

6) Six Degrees

Funny story. Fiquei sabendo dessa série quando uma amiga estava morando em NY e acompanhou uma gravação dela. Fiquei curiosa e baixei todos os episódios. Todos eles. Os 8 que a série durou antes de ser cancelada. Foi uma surpresa boa, passei uma noite e uma madrugada deliciosas com aqueles personagens que sério, se não fossem evaporados pelo cancelamento da série, não teriam pra onde ir. Mas em apaixonei pela estudante meio maluca, o fotógrafo em crise de meia idade (não, não lembro nenhum nome mais), a babá certinha com uma veia meio maluca e as duas middle-aged women que sério, eram o que me dava fé de que a série seria descancelada em algum momento, AMAVA as duas!

5) Desperate Housewives

Eu sei, polêmico, eu sei. Muito polêmico. Eu prezo muito meus 40 minutos semanais de DH, não abro mão da minha novelinha. Mas assim, fala a verdade, alguém ainda se surpreende com a série? As temporadas todas têm a mesma estrutura (exceto pelo pulo no tempo, claro), os diálogos e as reações são previsíveis e a hipocrisia suburbana dos EUA já era um tema batido muito antes de DH e Weeds, sorry.

Alô, criadores, se for pra falar de interior, faça como a Amy! O que nos leva ao triste Nº 4…

4) The Return of Jezebel James

Ah, Amy, Amy, Amy Sherman. Tinha Parker Posey, tinha Lauren Ambrose, tinha o Henry de We Need Girlfriends… tinha você, Amy Sherman. E durou 3 episódios… assim fica fácil ter visto tudinho da série… e eu que tava tão esperando por isso… e sabe, não achei assim tãããão ruim. Só tava num horário ruim, sério, quem coloca série inédita na sexta-feira?!

Bom, agora Amy está na HBO, vamos ver o que sai de lá.

3) The Riches

Era muito irresistível. O Mitchum Huntzberger texano, os ciganos, a falsa identidade, a riqueza pré-construída dos condomínios. Era tanta coisa ruim junto que era quase um abraço na alma de bom.

2) Dirt

Eu sei, a Courtney Cox é ruim. Eu sei, os episódio dramáticos eram a maior comédia. Eu sei, aquela doença mental do amigo dela não convencia ninguém. Eu sei, jornalista ambiciosa sem limites só funcionou em Dexter e é a segunda profissão mais antiga do mundo (e as vezes ela tem muito a ver com a primeira profissão mais antiga do mundo). Mas eu vi todinhos, e nem baixava, era meu ritual de 1h da manhã aos domingos! Guilty pleasure delicioso pra uma pessoa saindo da faculdade de jornalismo, meu último ano de faculdade não teria sido a mesma coisa sem Lucy Spiller.

1) Burn Notice

ó, esse negócio de colocar em ordem deu o maior trabalho, fiquei um tempão em dúvida. Mas Burn Notice ficou em primeiro porque sério… é muito ruim, mas é muito bom. Pensa, é uma série completamente não-realista, mas que convence, de algum jeito. É uma série de homem bobo, tipo High Tide (lembra?!), que me foi recomendada pela primeira vez por um homem bobo que achava o máximo os truques bobos que ele ensina (pq claro, é tão fácil assim montar uma bomba caseira…).

Mas pq eu nao consigo parar de ver? É tanto estereótipo… oh, boy. A trigger-happy ex-girlfriend vai sempre procurar a saída mais esquentadinha. O Sam se mete em confusão pq foi atrás de alguma mulher.

E o Michael, claro, vai ser bom moço e recusar o dinheiro dos clientes (e ainda assim continuar pagando as contas e comprando iogurte). Até a mãe dele é cópia… tipo, ela é uma mãe zelosa e superprotetora, meio esquisita, com um filho chamado Michael. Ring any bells?

E essa série bateu recorde na TV americana a cabo no midseason! Qual o nosso problema, gente, por que a gente assiste?!

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A criatividade mandou um beijo

15 de dezembro de 2009 at 11:09 pm (Uncategorized) (, , )

1- Semana de episódios de Natal = comédias fazendo piada com Grinch, Cindy Lou, Dr. Seuss e cia. T-o-d-a-s fizeram. Tipo, Natal deve ser um dos temas mais fáceis do mundo de se fazer referência, mas todo mundo usa a mesma há anos. Tá, é um clássico e tal, mas a linha entre o clássico e o clichê é muito tênue.

Pô, se eu quisesse um monte de diálogo repetido eu não gastaria com internet rápida tv a cabo, eu veria novela!

2- Mais previsível que os indicados ao Globo de Ouro é o fato de que 30 Rock vai ganhar todas as categorias em que está concorrendo. Não me leve a mal, eu tenho plena consciência de que eles têm que indicar quem merece, a idéia aqui não é ter plot twists, claro que não. Mas fica chato. Quer dizer, não fica, mas só pq a gente come, bebe, ri e fala, aí as outras atividades não deixam a premiação ficar chata.

3 (ou 1a)- Façam como HIMYM, roteiristas: todo episódio tem algo familiar pra quem já decorou Friends, mas eles usam a idéia de um jeito muito melhor. Assim pode copiar.

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Dexter – s04e12

14 de dezembro de 2009 at 4:55 pm (Uncategorized) ()

No primeiro ano de Dexter, eu comecei a acompanhar a série meio atrasada e vi o season finale uns dias depois (me atrasei pra festa de fim de ano da firrma e tomei bronquinha por isso, mas valeu a pena).

No segundo ano de Dexter, eu acordei uma hora e meia mais cedo pra ver logo na segunda de manhã, senão não ia conseguir trabalhar (afinal, foi a melhor temporada). Quem me conhece sabe o big deal que é eu ter acordado mais cedo, ainda mais que fiquei esperando sair o link do eztv até super tarde.

No terceiro ano de Dexter, como o season finale foi meio previsível, eu não estava tão desesperada. Até porque foi em meio ao meu TCC e tal, então eu superei e consegui vir trabalhar sem assistir.

Este ano, como eu não posso simplesmente dar play no streaming do episódio que tá aqui lindinnho, carregadinho, eu espero a hora do meu chefe ir embora escrevendo o post mais inútil do mundo no blog  mais inútil do mundo. Mas pelo menos é Dexter-related.

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Cryptic review – In Treatment and the economy/stock market

28 de maio de 2009 at 3:55 pm (Uncategorized) ()

Dr Paul’s stocks are down. He turned into a pathetic excuse for a doctor, total clichécology.

April’s stocks are definitely up, her episode was great this week. I would most certainly put my money on her. I just hope she doesn’t go out of business by the end of the season. Who would have thunk?! Mia’s value has decreased and April is the new gold in the market.

Mia is a idiot. She is repeting the crash of 29 of her life again in the present, just like the economy. Dude, don’t we ever learn stuff? She’s still very worthy to the show, though, even if she is dropping like the dollar.

Walter is the Enron dude.

Oliver smells, huh, I hadn’t pictured that.

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In Treatment – week 4

15 de maio de 2009 at 7:23 pm (Uncategorized)

Dude, crazy daddy-issues Mia is the new Laura. WTF is wrong with the monday morning nuts? And yes, Mia is my fave now, but I fell asleep in the middle of Walter – the babykiller’s session, so he might still turn out to be the watcher’s pet this week, who knows?!

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PS!

13 de maio de 2009 at 4:57 pm (Uncategorized) (, )

Como assim eu esqueci que tenho saudade de fingir que estou vendendo papeis na Dunder Miflin?!

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Mais um da série emo

11 de maio de 2009 at 2:12 pm (Uncategorized) (, )

Outro dia li alguém falando no twitter que acha que vai acordar e descobrir que o fim de Studio 60 foi só um pesadelo.

As vezes eu acho que vou dormir e sonhar que Studi0 60 não foi mesmo cancelado, mas aí eu acordo e a série continua não existindo.

Pior que só tem a primeira temporada importada e super cara. Ah, se eu fosse uma Jordan McDeere.

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In Treatment – week 3: check!

8 de maio de 2009 at 11:58 am (Uncategorized) ()

E eu não gosto mais da April, too crazy. Agora eu sou fã do Oliver. E da versão nova de “pacientes do mesmo analista que se pegam” (ah, é, SPOILER!)

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